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Verdade inventada Ai...o Natal!!!! Que delícia é comemorar o Natal! Ontem, quando voltava de um barzinho no fim do dia, fiquei observando o movimento das pessoas nas casas. Gente entrando e saindo, gente sorrindo, gente se abraçando. Parecia mesmo cena de filme. Muitos, muitos carros em frente as casas, muita música, muita alegria. É esse o motivo que torna o Natal tão especial e tão esperado. Independente de religião, encontramos no Natal o melhor momento do ano. Amigos, famílias se reunindo, matando a saudade, contando histórias, dividindo as alegrias, compartilhando ou até doando esperança para um ano novo melhor. É verdade que muitas vezes deixamos de lado o sentido primeiro - do nascimento de Jesus -, acabamos nos entregando ao capitalismo e comprando presentes e mais presentes. Mas que pecado há nisso? Se podemos, que mal há em presentearmos quem amamos? Muitos de nós têm apenas o Natal para fazerem isso. Presentear não é só comprar. Presentear é lembrar do outro, é dedicar tempo e dinheiro à procura de um presente ou uma simples lembrança que mostre o quanto o outro é especial para nós. E quando não é possível vir o presente...bem...aí nos resta o que ainda é melhor que o presente: abraços, beijos, carinhos, conversas, piadas, fotos e mais fotos!!! E, a cada Natal, renovamos nossas energias, renovamos nossa esperança, renovamos o amor que não nos separa da família e dos amigos. Pensando bem...o Natal poderia existir mais vezes no ano... Ai...como seria bom!!!!!!!!
Escrito por Aninha às 18h15 [] [envie esta mensagem] [link] Só o ano, nada de novo Há 8 dias de um novo ano, é natural que repensemos nossas vidas, avaliemos o ano que passou e planejemos novos feitos para o ano que virá. Muita gente - inclusive - costuma fazer promessas de Ano Novo. "Vou parar de fumar", "Vou começar uma dieta", "Vou levar a ginástica a sério" são algumas das promessas mais frequentes. Aquelas do tipo "segunda-feira eu começo", mas que não determinam exatamente qual segunda será. Deixamos para a segunda seguinte, para o mês seguinte, e, neste momento, para o ano seguinte mudanças e atitudes que poderiam ser definidas já. Adiamos decisões importantes ou um simples telefonema. O ano seguinte acaba sendo uma promessa que nunca se cumpre. Ele passa e, no final dele, quando estamos repensando o que fizemos e definindo novas promessas, percebemos que elas são as mesmas de 2007, de 2006, de 2005... De repente nos vemos exatamente iguais ao que éramos há 10 anos. E nos assustamos! É aí que percebemos que nosso medo de enfrentar a mudança não nos permitiu nos tornarmos melhores. Melhores conosco. Melhor comigo mesma. A mudança assusta, gera insegurança, medo. Mas traz realização. Mudar é necessário. Mudar de emprego, trocar o costumeiro barzinho da happy hour por um diferente, mudar as companhias - manter algumas, acolher outras novas -, mudar de casa, às vezes de cidade, mudar de namorado (quem sabe?), mudar de canal - ou desligar a tv?! Seja o que for...mudar de verdade para que, daqui dez anos, não nos olhemos no espelho e enxerguemos exatamente a mesma pessoa, as mesmas dúvidas, as mesmas qualidades, os mesmos defeitos, as mesmas frustrações, as mesmas realizações e nada, absolutamente nada, diferente. Só mais um ano novo! Só o ano...
Escrito por Aninha às 17h59 [] [envie esta mensagem] [link] |
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